Jamais subestime uma etiqueta de lavagem.

Você pode até pensar que esses selinhos ilegíveis não tem lá muita serventia, mas a verdade é que aprender a “decodificar” e seguir as instruções de lavagem que acompanham cada peça pode fazer toda a diferença no cuidado com as nossas roupas, evitando que essas se manchem ou deformem.

E só deixe de molho o que estiver muito sujo.

A menos que você goste muito de cores desbotadas. Ao contrário do que muita gente pensa, são poucas as peças sujas o suficiente para ficarem de molho por muito tempo livres do risco de desgastar.

Deixe os sabões convencionais. Adote os naturais.

Consuma produtos de limpeza naturais, biodegradáveis, livres de ingredientes derivados do petróleo, como lixívia, corantes e aromas; ou, como uma opção mais em conta, faça você mesmo o seu próprio sabão detergente. Há uma porção de receitas caseiras disponíveis na internet, que levam desde bicarbonato de sódio e vinagre de maça (que é um ótimo amaciante, por sinal), até o clássico sabão de coco (em barra ou diluído).

Lugar de jeans é na geladeira.

Embale as suas peças jeans em saco plástico e deixe-as por um ou dois dias dentro do congelador para acabar com bactérias e cheiros indesejados.

Faça o controle de água, e o seu reuso, sempre que puder.

E por fim, use a água que lavou a sua roupa para lavar o banheiro, o carro, a calçada. Como nas cartilhas das feiras de ciência que você frequentava na escola, simples assim.

Prefira lavar à mão.

E adote mais uma estratégia de lavagem “sob demanda”. Assim, você não só evita que peças delicadas, como camisetas e roupas íntimas, se desgastem com mais velocidade, como evita o desperdício de água, sabão e energia.

Lave com água fria.

Lavando com água fria, a diferença do gasto de energia pode chegar até 80%!, sem comprometer a limpeza das suas peças. A lavagem com água quente deve ser exceção, jamais a regra.

Evite lavar, secar (à máquina) ou passar a toa.

Não é a toa que armário antigamente se chamava guarda-roupa. Deixe a preguiça de vez e mantenha o seu acervo arrumado, de preferência dentro do armário, pendurado em cabides, e devidamente protegido da poeira, entre outras sujeirinhas do dia-a- dia. Mantenha no cesto de roupa suja o que está sujo de verdade, e cuide do que por enquanto está só usado, por exemplo, deixando as suas peças penduradas, tomando ar.

Não lave a seco. Mesmo.

A lavagem a seco leva na receita percloroetileno, um solvente a base de petróleo, conhecido como supernocivo para o meio ambiente, além de cancerígeno em potencial. Procure comprar roupas que possam ser higienizadas de outra forma, ou faça a limpeza dessas peças passando um pano úmido no pontos mais sujos.